É comigo?

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    Oh



    Novo projeto com os amigos de bar: www.calcaslargas.com.br


    Agora é lá



    Oh, tô mudando, ou não, estou em dúvida... ah, checa lá:

    http://carlosbernardojr.wordpress.com


    Tele-atendimento



    "Senhor, terei de encaminhar sua ligação para o setor responsável, mas no momento estamos com porblemas e não será possível fazer a encaminhação de sua ligação".

    Juro que pensei em responder: Graças a Deus!


    Muito cedo para ser sociável



    Sento no ônibus fretado. Fecho os olhos.

    Sinto alguém cutucando meu braço.

    Abro os olhos e apenas viro eles e vejo de soslaio uma mulher sorrindo. Tiro o fone de ouvido e ela diz:

    - Oiiiii! Você está escutando César Menotti e Fabiano(sim, chequei no google)??
    - Não, é Bruce Springsteen...
    - Ahhhh....

    Sorrio. Coloco novamente os fones na orelha. Volto pra posição e fecho os olhos.


    Frutas amarelas!



    Outro dia estava em um Frans Café da vida com um grande amigo. Olhando o cardápio, constatamos o poder que o termo "frutas vermelhas" causa. Quando a sobremesa é de chocolate, por exemplo, poxa é bacana e talz, mas se é de chocolate com frutas vermelhas, o status é outro! Isso cria uma aura aristocrata na sobremesa, faz com que voltemos a idade média, na qual o rei ordenava a seus cozinheiros: "QUERO COMER ALGO COM FRUTAS VERMELHAS!!!". E daí começava a correria, todos correndo pelos terrenos do reino, pegando tudo que fosse vermelho e fosse fruta. Afinal quem terá definido que frutas entram no termo "frutas vermelhas"?? Qualquer fruta que seja vermelha, por fora e por dentro? Por que maçã é vermelha por fora e goiaba é vermelha pro dentro, e elas não entraram na lista. Acho muito preconceito! Só as frutas "puro vermelho" entram no seleto grupo de frutas vermelhas?

    Para acabar com esse misticismo, criarei uma sobremesa com frutas amarelas, e ela terá um preço mais caro do que as de fruta vermelhas!

    Cheers!


    Frase do dia



    Lembre-se: quando nada mais funcionar, é faixinha na cabeça, faquinha na mão e John Rambo pra cima deles.
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    Rotina é...



    "Atenção, o ministério da saúde adverte: Este texto possuí inúmeros erros de português e gramática e concordância, foi escrito em um folêgo e quem escreveu (eu) está com demasiada preguiça para rever agora. Farei isso outra hora. Se tiverem saco, enviem os erros. Grato por vossa compreensão."

    Toca o despertador número 1 às 5:25hs. Dou um tapão nele e ele para de tocar.

    Às 5:40hs toca o despertador do celular, esse, por motivos óbvios, fica longe da cama. Eu me ergo na cama, acendo o abajur ao meu lado. Levanto, vou até o celular e desligo. Acendo a luz da parede, volto e desligo a luz do abajur. Vou até a tábua de passar roupas, esta estrategicamente montada. Ligo o ferro de passar roupa, vou até o banheiro, lavo o rosto. Volto e passo pela geladeira. Pego alguns alimentos sortidos e numa voracidade fabulosa, ingiro tudo. Levo as devidas embalagens para a lixeira. Volto pro banheiro e lavo as mãos novamente. Vou até a tábua de passar roupa, pego a primeira camisa, previamente lavadas, que ver no cesto de roupas e a passo. Vou até a tomada e desligo o ferro. Vou para o banheiro e tomo banho até 6:15hs, quando toca novamente o despertador, que serve para avisar que o banho tem de parar ou então irei perder o fretado. Rapidamente termino de enxaguar. Enxugo. Escovo os dentes. Volto pro quarto, ponho a roupa, sempre da mesma forma: cueca, meias, calça, desodorante, camisa, sapato, e se estiver frio, casaco. Volto pro banheiro. Punhado de gel na mão, mão na cabeça, mão na água, mão no pente, pente na cabeça. Duas penteadas para trás, uma para o lado e outra para ajeitar (se é que isso é possível). Volto para o quarto, deparo-me com o maldito despertador e seus números vermelhos dizendo que são 6:25hs. Pego celular, carteira e crachá da empresa, que deixo sempre no mesmo lugar, ao lado do teclado do computador. Coloco o iPod grampeado no bolso, passo o fio dos fones por dentro da camisa, coloco na orelha e ligo. Coloco o que estiver fora na mochila. Visto a mochila. Vou até a porta. Viro a chave. Desço as escadas, mais uma porta, viro outra chave. Passo ao lado do carro. Mais uma chave, esta do cadeado do portão. Abro o portão, viro-me e passo o cadeado no portão novamente.

    Ando até a esquina, viro à direita. Logo em seguida à esquerda. Passo por um portão com um cachorro preto, meio grande, deitado. Várias cacas do mesmo espalhadas. No portão do lado tem um cachorro bege e um cinza, ambos do tamanho do cachorro preto, e suas respectivas cacas. Ando até a esquina (às vezes tem feira nessa esquina). Olho para a rua e atravesso para o outro lado. Na próxima esquina, geralmente tem um velhinho cuidando das flores do seu jardim. Atravessando a rua tem um bar e seus respectivos bebuns de plantão, que tomam "café branco" logo cedo, hoje tinha um deles fumando na porta. Continuando na rua, passo por uma casa, com seu respectivo cachorro, acho que é um Cocker (não manjo de cachorros). Ela (pelos laços vermelhos em suas orelhas) está sempre em cima de uma muretinha com a cabeça para fora da casa, sempre no mesmo vão da grade. Eu passo e ela sempre me acompanha com a cabeça e eu acompanho também. Logo em seguida, mais um cachorro, esse vira-lata. Ele me vê e fica balançando, sentado, sempre no mesmo lugar. Andando mais, deparo-me com um cruzamento, no qual sempre tenho que esperar algum carro ou ônibus parar para poder atravessar. Atravessando, mais um bar, e seus respectivos bebuns, esse sempre está tocando alguma música, ruim, diga-se de passagem, acho que isso que diferencia o primeiro bar desse.

    Neste ponto, sempre passa um casal. Acho que não são casados, nem namorados, só colegas, mas o engraçado é que o homem sempre está calado e a mulher sempre falando pelos cotovelos, às vezes até consigo pegar alguma frase dela. Pérolas! A mulher é meio baixinha, de cabelo preto, feia que dói. Tem jeito de ser bem brava (braba, né, Fê?) e mandona.

    Andando mais ainda, pela mesma rua, ainda. Passo por um muro branco, grande, e na calçada sempre tem um monte de entulho, são 3 montes de entulhos, às vezes maiores, às vezes menores, mas sempre tem entulho. Não sei de onde vem esses entulhos, nem pra onde vão. Mas por causa deles tenho que desviar pela rua quando me deparo. Terminando o muro tem outro, azul, com um portão, neste portão sempre estão saindo vários ônibus grandes escrito: "JWA". Alias, eles soltam muita fumaça. Após isso vêm um tipo de cabine telefonica do super-homem, sabem? Só que não tem telefone, tem uma mulher lá dentro que vende "salgados", parece que é pra comer. Sempre estão os mesmo "clientes" ao redor da cabine, todos rindo e contando histórias. Em seguida tem uma lixeira, dessas grandes, de rua, sabe? Que geralmente tem em frente de prédios. Então, tem uma dessas, e na frente dela uma árvore meio que embutida em um muro. Eu passo entre a lixeira e a árvore. Antes eu tinha que passar pela rua, pois ali dormia sempre um mendigo, este sumiu. Esta árvore e muro, etc, fazem parte de um campo de futebol, desses que as pessoas alugam pra chutar uma bola uma vez por mês. Na porta fica um cachorro, sempre dormindo com a cabeça apoiada na pata. Passando o cachorro tem duas barraquinhas em frente ao ponto de ônibus. A primeira barraca vende DVDs "alternativos", não pelo conteúdo, e sim pela mídia mesmo. E na barraca tem uma TV, mostrando aqueles DVDs de música (música?!?) com aquelas "dançarinas" honestas, e suas respectivas bundas na lente da câmera. A barraca do lado vende bolachas (biscoito, pros cariocas), doces, resumindo: porcarias. Várias pessoas no ponto na frente, o que dificulta em muito a passagem. Então eu venho "costurando" pra passar. Engraçado são as pessoas que estão chegando no ponto de ônibus, elas tem sempre o mesmo comportamento. Elas vão se aproximando, param muito de repente e olham para trás pra ver se o ônibus está chegando. Qualquer dia acabo derrubando alguém ali.

    Essa é a parte mais difícil, esse trecho do ponto de ônibus é o mais cheio de seres humanos, e eu tenho que ir muito rápido, por que já estou quase atrasado. Viro a esquina e passo por uma espécie de praça, nem isso chega a ser, pois são só umas áreas com mato. Daí atravesso um farol muito complexo, são duas pistas, cada uma com 3 faixas. O farol de pedestre demora muito para abrir. Quando finalmente abre eu atravesso, viro à direita e dou de cara com um bar e seus respectivos... ah, você sabe... passo pelo muro da igreja, sim do lado do bar, e fico aliviado ao ver a bunda gorda da minha colega de fretado. Pois significa que o fretado ainda não passou. Ela sempre está no mesmo lugar, parada, no mesmo lugar. Eu paro logo atrás dela, pois não são todos os dias que eu estou muito disposto a dar "falsos" "bom dia". Às vezes ela se vira e mostra seus dentes, devidamente aparados com um aparelho dental. Na boa, ela é chata. Do lado esquerdo dela sempre tem um cara, de terno preto e com uma mochila nas costas.

    Após 2 minutos no ponto, chega um caminhão, acho que está escrito "LSL Transporte Ltda". Ele sempre para na frente da loja de motos, que é onde eu fico esperando o fretado. O caminhão entra na guia rebaixada e depois dá ré, acende a luz branca da ré e o caminhão começa a apitar, em poucos minutos ele se ajeita e para. O estranho é que ninguém sai de lá de dentro, nunca, e nunca abre a parte de trás, fica ali parado, acho que esperando alguém. Daí chega um Astra preto e estaciona na frente de nós três: eu, "bunda gorda" e cara de terno. Daí o cara de terno entra no carro, dirigido por uma mocinha e ao lado da mocinha uma senhorinha. O carro parte, a mocinha sempre acena pra "bunda gorda". Daí chega sempre uma mulher, de cabelo preto, lá pros seus 40 (bem mal usados, percebe-se), a mulher sempre está ultra maquiada e cheia de bolsas. Ela para sempre no mesmo lugar também. No canto do estacionamento, perto da porta da loja, o mais afastado da rua, e fica ali parada de braços cruzados. Daí passa o primeiro ciclista, este veste aquelas roupas (desculpem os ciclistas) ridículas de ciclista e usa um capacete, daqueles de ciclista... ah, vocês entenderam... Passam sempre as crianças de uniforme azul, passam umas 8 pelo menos, elas andam separadas, algumas acompanhadas dos seus pais, geralmente a mãe. O mais engraçado é um gordinho, ele tem cara de adulto, sempre está vindo atrás do seu avô, que anda sempre com a mesma cara de serenidade, das pessoas mais velha, sabe? Daí vem o segundo ciclista, este a paisana, ele vem, e para na mureta da loja de motos, sempre no mesmo lugar também. E fica ali parado em cima da bicicleta, esperando o farol de pedestre abrir. Estranho que é meio longe onde ele fica da faixa de pedestre. Daí o farol abre, ele sempre faz o mesmo movimento, empurra a bicicleta pra trás, vira as rodas e atravessa a rua. Na rua, às vezes dá para ver dentro do carro as mesmas figuras, como a mulher do Clio prata, ela tem algo de estranho, sempre séria. Ou carros com um som mais alto.

    Hoje aconteceu algo inusitado, passaram uns pássaros, bonitos, com caudas longas, também não manjo de aves. Foi um diferencial.

    Do outro lado da rua, tem um cômite de um vereador. Daí sempre tem um senhor arrumando as coisas na frente. O mais ridículo são aqueles bonecos de posto de gasolina, sabe? Lembra? Os que tem um ventilador embaixo, e ficam com os braços abanando (hahahaha), não tem como não rir, e o idiota do vereador estampou sua cara no boneco, é muito ridículo, sempre me faz rir. Engraçado que o senhor sempre está rotacionando os bonecos, para deixar a face do boneco virada para os carros, mas ele não tem muita noção, dá para ver que ele fica girando, daí ele se afasta e volta e gira de novo. E fica olhando um tempão.

    E lá pras 6:50hs o fretado aparece, são 3 motoristas que eu encontro. Sobe a "bunda gorda" e logo vai se sentar. Daí eu subo e digo: "Bom dia !". Raramente o ônibus está cheio e eu fico do lado do motorista esperando alguém sair para eu poder sentar. No geral eu passo pela porta e fico olhando de um lado pro outro, procurando um acento no qual não tenha ninguém muito, como posso dizer, muito, ah, alguém que caiba lá comigo, pois também não sou minúsculo. Bom, daí com uma cara muito séria eu fico olhando de um lado pro outro procurando o tal do acento. Um dia tinha uma "fofinha" de olho aberto, ela me olhou com uma cara de pervertida que até me constrangi. Sabe cara de "Oi, meu nome é travesseiro, deite aqui"? Então... argh... bom, daí me sento, longe dela, e fico ali ouvindo minha música. Daí desce o cara de barba e rabo de cavalo. Entra a mulher que espera no posto de gasolina. O trajeto é muito curto, o ônibus fecha alguns carros, vira ali na ponte do "X", os paulistas sabem o que é, e agora quem viu "Ensaio sobre a cegueira" também sabe. Entra na Berrine, descem as mesmas pessoas, o cara gigante, tem uns 3 metros, de altura e largura, a mulher jaca também desce e logo chega a hora de eu descer. Levanto e vou me apoiando nas poltronas, tentando não cair em cima de ninguém. Daí chego na porta do ônibus. O motorista para e eu desço dizendo: "Obrigado, ". Daí apressadamente atravesso a faixa, dou de cara com uma barraquinha de bolos, pessoas ali, consumindo alimentos de rua, calçada, sei lá... Viro no vão de um prédio na esquinha, daí vejo meu reflexo nos vidros do prédio e consigo ver se meu cabelo está mais ridículo ou menos ridículo no dia. Deixo o crachá da empresa no bolso, já preparado para a catraca. Daí atravesso uma rua insalubre, com muitas poças dágua, e por incrivel que pareça nessa esquina tem outra barraca de bolo. Daí sempre acabo encontrando os mesmos rostos ali na rua, que também devem estar indo para os respectivos empregos. Chego perto do prédio, entro no prédio, cumprimento o porteiro, sempre os mesmos. Passo o crachá na catraca e vejo a hora ali: entre 6:15hs e 6:25hs. Aperto o botão do elevador, entro e aperto o botão para o quinto andar.

    Bom, fico por aqui, Essas são as primeiras 2 horas do meu dia, de segunda à sexta, toda segunda à sexta. É quase uma fórmula matemática, daria para fazer uma fórmula em cima disso. Daí fico pensando, quantas pessoas não fazem exatamente a mesma coisa todos os dias úteis para que a minha rotina também fique praticamente inalterada?

    Eu sei que o texto está chato "pacas", mas... Pô! Se o Joyce pode, eu também posso!


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    Gente atualizada é outra coisa...



    labellalua: Me atrasei vendo o jogo :(
    me: Jogo?
    labellalua: Olimpíadas.
    Brasil e Bélgica.
    me: Olimpíadas?


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